A região do Tejo tem sido reconhecida como região produtora de vinhos desde a Idade Média, mas os indícios de viticultura remontam ao tempo dos romanos. Foi na Idade Média que os Monges Cistercienses introduziram o método de produção do vinho Clarete na região, juntando uma pequena parte de vinho tinto ao vinho branco de base de modo a obter a tonalidade do “sangue de Cristo”. Este vinho Clarete foi elaborado a partir de uvas seleccionadas das castas Trincadeira das Pratas e Castelão em fermentação conjunta do mosto com curto contacto pelicular.
Ano - 2020
Castas - Castelão (50%) e Trincadeira das Pratas (50%).
Região - Tejo
Vinificação - Elaborado a partir de uvas seleccionadas em fermentação conjunta do mosto com curto contacto pelicular, em cubas de inox com temperatura controlada.
Notas de Prova - Cor rubina com laivos sanguínios, aromas intensos e frutados com notas de cereja e ginja. Excelente volume de boca com sensações frutadas e frescas.
Longevidade - Aconselha-se 6 anos.
Álcool - 12%
Enólogos - Jaime Quendera e Jorge Ventura